Vou revelar nestas linhas, a experiência que tivemos, enquanto casal, pelas nossas passagens pelo hotel Hedonism III.
Somos um casal português da classe média. Eu sou psicóloga e o meu marido é Gestor de Marketing e estamos no início dos trintas.
Faz algum tempo, o João comentou que gostaria de ter umas férias relaxantes, onde pudéssemos estar nus todo o dia. No início nunca pensei que fosse possível, mas após pesquisar um pouco, descobri alguns resorts onde isso era possível e decidi fazer-lhe uma surpresa.
Após algumas longas horas perdidas a pesquisar na internet, relatos de viajantes e alguns blogs, fiquei indecisa entre os resorts Temptation e Hedonism. A decisão não foi fácil, pois muitos dos relatos eram contraditórios e totalmente opostos. Acabei por optar pelo Hedonism III.
Antes de mais, será melhor caracterizar-nos um pouco. Como vos disse temos trintas e poucos, somos um casal regular, não somos swingers, nem temos qualquer outro tipo de lifestyle. Eu sou um pouco redondinha, o meu marido é super atraente e com um físico invejável. Nunca sequer tínhamos ido a uma praia de nudismo, mas achei que deveria satisfazer aquela fantasia ao meu marido, num local onde a probabilidade de conhecer alguém é quase inexistente.
Quase no momento da partida, revelei ao meu marido o destino e que já tinha comprado e preparado tudo o que era necessário para a viagem, incluindo roupas para as festas temáticas.
Estávamos com algum receio do ambiente do hotel, mas decidimos que deixaríamos todas as preocupações e tabus em casa e ficou assente que nunca ficaríamos sós em momento algum e que assim, nunca poderia acontecer nada de mal.
Tal como recomendo a todos os casais que aventurem numa experiência semelhante, definimos algumas regras antes de irmos de viagem, como por exemplo que basta alguém dizer que se sente desconfortável, para ser “salvo” pelo parceiro dali para fora.
A nossa primeira viagem para o Resort foi em Março de 2005. Aterramos na Jamaica na 2.ª Feira ao fim do dia. Chegamos ao hotel ao fim do dia e na recepção ofereceram-nos uma bebida fresca e encaminharam-nos para o quarto. Na recepção estava um grande cartaz que dizia WWW (Wild Women Week). Levamos uns folhetos alusivos a essa semana e dirigimo-nos ao quarto.
Já no quarto, enquanto instruía o meu marido sobre o que vestir para o jantar, eu estava curiosa sobre as actividades descritas no panfleto, eram extensas e surpreendentes.
O grande evento da noite era o concurso “Wild Gang Banged Women Marathon”. Ocorria à meia-noite junto ao Jacuzzi.
Depois do jantar fomos vestir as nossas fantasias de piratas e dirigimo-nos para o Bar, onde estava um pianista e uma cantora. Pedimos umas bebidas e ficamos a observar o que nos rodeava e dei uma leitura mais atenta no folheto. Era o programa das actividades da WWW, onde o momento mais publicitado seria hoje à noite. Pelo que percebi este grupo é composto por mulheres, totalmente desinibidas e despidas de preconceitos e dos seus parceiros (se existirem). Nesta noite seria promovida uma maratona com as mulheres concorrentes, para ver quem aguentaria durante mais sexo com múltiplos parceiros.
A discoteca abriu às 11 e fomos para lá, toda a gente estava muito animada, mas apenas metade das pessoas estava realmente trajada. O ambiente era sem dúvida erótico, podiam-se ver muitos americanos. Perto da meia-noite, a discoteca começou a esvaziar e nós seguimos a multidão.
Junto do jacuzzi aquecido, estavam cerca de 1 dezena de mulheres e muitos homens junto a elas (a grande maioria pareciam, hóspedes, mas muitos negros seriam locais. Uma outra mulher perguntava se mais alguém queria participar e começou a dizer as regras. O jogo começou por os homens colocarem preservativos e as mulheres serem, abundantemente, lubrificadas. As regras que memorizei é que os maridos podem assistir, mas não podem participar com as mulheres e que todas elas devem pelo menos satisfazer 3 homens de cada vez. Era incrível que contrariamente aos filmes porno, viam-se corpos de todas as formas e feitios.
Lá começou o concurso, ganha a mulher que aguentar mais tempo. Foi curioso ver que uma das concorrentes (uma asiática bem pequena, começou a ser penetrada por 2 negros enquanto a sua boca trabalhava intensamente num terceiro e ela gemia que se fartava. Basicamente ficamos a observar durante algum tempo, todas as mulheres a serem duplamente penetradas, no ânus e na vagina e a satisfazerem outro homem com as mãos e/ou boca. Após aproximadamente 2 horas a observarmos um filme pornográfico ao vivo, confesso que apesar de reprovar totalmente a ideia, depois de ver ao vivo, estava realmente excitada e nessa noite, já no quarto, fizemos amor intensamente.
No dia seguinte tomamos o pequeno-almoço e fomos para a piscina, onde o nudismo é opcional, éramos os únicos com roupa e rapidamente nos despimos e nos rendemos à inevitabilidade. Fomos dar um passeio pela parte nudista e ficamos boquiabertos. Ainda estavam 3 mulheres em concurso, uma senhora cinquentona, a chinesinha e uma americana bem gordinha, que gemia como louca. Apesar da hora, continuavam a gritaria...incrível. Paravam de vez em quando para colocarem mais lubrificante e via-se que estavam exaustas. Se fosse eu já tinha desmaiado. Ficamos, junto com outros espectadores, a ver se o concurso terminava. Em pouco tempo desistiu a asiática. Acabamos por ir para a praia de nudismo, dada a teimosia das concorrentes em não desistir. De qualquer maneira eu estava muito molhada.
A praia de nudismo estava muito concorrida, eram aqui que se desenvolviam todas as actividades da WWW. Decidimos eleger a praia de nudismo como o nosso poiso de férias no resort.
Foi uma surpresa verificar o ambiente que se mantém no Hedo, não existe qualquer tipo de pressão, coabitam as mais diversas classes sociais, sem se perceberem (com recurso às roupas) o escalão social e/ou económico de cada pessoa. O físico é secundário, onde não se percepciona qualquer censura e toda a gente parece confortável e confiante com os seus atributos. O ambiente é muito afrodisíaco sem ser vulgar, ou ordinário.
Durante a tarde promoveram uma sessão, prática, de como melhorar o sexo oral dos parceiros. Impulsivamente pedi ao João que praticasse o que diziam. Confesso que nesse momento simplesmente esqueci que existiam mais pessoas na praia. Foi um dos melhores orgasmos que tive até hoje. O segredo é um ponto nas costas, que quando pressionado tem o mesmo efeito do ponto G.
Mais ao final da tarde, a aula foi direccionada aos homens. Quis retribuir o orgasmo ao meu marido. Um dos truques é lamber-lhe o ânus e nunca tirar o pénis da boca. Ele gozou imenso. No final, a todos os participantes deram um voucher de massagem e depilação íntima na beauty shop.
Nessa noite, o ponto alto foi a festa do pijama. Nesse dia é permitido jantar em trajes menores (incluindo sem roupa). Eu vesti um babydoll transparente e o João uns boxers também transparentes. Às 23:00 chegamos à discoteca, onde toda a gente estava trajada a rigor, e no palco estava a vencedora do concurso e os seus 47 parceiros daquela noite. Ela ganhou 2 semanas de estadia à borla em qualquer das unidades superclubs do mundo.
Nessa noite, voltamos ao jacuzzi e observamos alguma actividade sexual, embora sem troca de parceiros. Terminamos a noite a fazer amor na praia, sob um luar tremendo e ao som do mar.
Na manhã seguinte, decidimos experimentar a massagem e a depilação. Embora o João estivesse relutante em ser depilado, foi mais facilmente convencido, pois ele seria dos únicos homens com mato naquele hotel. Fomos recebidos no salão por duas empregadas nuas, que perguntaram se a depilação era para os dois, se depois também queríamos a massagem e a massagem avançada de ejaculação masculina, dissemos que sim.
Após me porem a minha vagina totalmente à mostra e do João ter gritado um pouco, a massagem para o casal foi compensadora, acho que adormeci por alguns instantes e o João também. Após nos deixarem recuperar por 15 minutos. Pediram ao João para se deitar de barriga para baixo e vendaram-no. Trouxeram uma parafernália de vibradores, muito finos e com feitios diversos e pediram que lhe explicasse que eu lhe iria fazer sexo oral e penetrar-lhe o ânus com os meus dedos. Embora ele se tenha recusado, estava tão excitado com a massagem que lhe tinham feito (quase uma masturbação) que me disse, “se fores tu a fazer, deixo-me levar, mas se disser pára, tens de parar”. Assim foi, ensinaram-me a lubrificar devidamente, relaxar-lhe os músculos e depois a penetrá-lo com um vibrador preso à minha cintura. No final, aprendi a estimular-lhe a próstata, enquanto lhe fazia sexo oral. Ejaculou-se tanto que tive de engolir uma parte. No final ele estava um pouco embaraçado. Eu disse-lhe que tinha adorado dar-lhe tanto prazer e que gostava de repetir. A verdade é que a partir daí, comprei um vibrador com cinto e dou-lhe prazer anal muitas vezes e ele continua a vir-se abundantemente.
Durante a tarde, houve mais umas aulas, práticas, de sexo anal, como atingir o orgasmo apenas com sexo anal, os preliminares, como relaxar o esfíncter anal e lubrificar convenientemente. Ficamos pela teoria, na praia, mas praticamos antes do jantar no quarto. Posso dizer que resulta e dá imenso prazer. Muitas vezes as mulheres não gostam de sexo anal, mais por uma questão psicológica de pressão social e eu incluía-me aí. Mas depois de ultrapassada essa barreira é óptimo, provoca-nos sensações ainda mais intensas que o sexo vaginal e depois de passarmos as primeiras vezes e começar a ser mais regular, deixamos de obrigatoriamente ir ao wc de seguida e dá muito mais prazer do que a vagina.
Não participamos em outro jogo em que o homem ficava vendado e as mulheres se sentavam e o homem pelo tacto tinha de descobrir a sua parceira. Muitas apalpadelas para meu gosto, se bem que até é excitante se formos espectadoras.
Como era o último dia da WWW, o jantar do restaurante principal estava destinado para um "Natural Takeover". Como nós estávamos quase sempre na praia de nudismo e a participar nas actividades da WWW fomos convidados, A regra era apenas de vir despidos. O jantar foi diferente e ninguém sujou a roupa.
A discoteca estava também reservada para o mesmo fim, apenas despido se conseguia entrar. Como é hábito nas festas de despedida da WWW, o clima na discoteca era muito sexual. Acabou por ser quase uma sessão de sexo em grupo. Nós apenas estivemos a observar, se bem que fomos convidados e desafiados inúmeras vezes para participar. Não posso deixar de comentar que estávamos muito excitados e nessa noite acabamos a fazer amor por longas horas.
Os dias seguintes foram bem mais calmos, com os seguranças do hotel mais restritivos e apenas alguns actos mais públicos e isolados.
Após esta viagem, a nossa vida sexual melhorou muito, fiquei mais desafiadora, vou jantar fora sem roupa interior, vou esperar o meu marido ao serviço apenas de casaco, limpo a casa totalmente nua e até já me deitei na mesa despida, como se fosse o jantar.
Decidimos que havíamos de voltar ao mesmo hotel no ano seguinte. Assim o fizemos, em Novembro de 2006.
Dessa vez, estávamos melhor preparados para o que poderia acontecer. Prometemos que independentemente do que acontecesse na Jamaica, ficaria lá e não poderia influenciar a nossa relação negativamente.
Escolhemos a semana das estrelas porno, por termos lido que era a mais desinibida e divertida.
Tínhamos listado as nossas fantasias principais e quais as que gostaríamos de realizar e assim fomos, prontos para uma semana louca.
Acredito que a excitação de irmos de novo, criou-nos tantas expectativas e aguçou-nos tanto o desejo e a fantasia, que acabamos por nos superar nos nossos desejos. Estava certa que estes ânimos seriam refreados pela nossa racionalidade.
Quando chegamos ao Hotel, conseguíamos facilmente reparar quem eram os hóspedes comuns e os actores pornográficos, não só pelo à vontade e pelos comportamentos “habitués” bem como pelos físicos mais cuidados e aperfeiçoados.
Não deixava de ser curiosa a atenção especial dos profissionais da pornografia com os hóspedes comuns, quase um ritual de iniciação na vida de estúdios eróticos.
A praia de nudismo era frequentemente alvo de filmagens de cenas para filmes e de outras actividades extra-curriculares.
Numa das tardes, um grupo de enfermeiras, perguntaram-me se podiam fazer uma massagem ao João. Como uma das fantasias dele era um menáge-a-trois, assenti, desde que tivessem uma fantasia de enfermeira também para mim.
Deitamos o João numa das espreguiçadeiras e foi satisfeito por 4 maravilhosas mulheres. Claro que só me chupou a minha vagina, mas foi lambido por todas e penetrado por mim. Pôde também sentir a que sabe o silicone das maminhas falsas. Mas a surpresa maior estava reservada para mim, Quando me apercebi, estava a ser possuída por 3 mulheres. Naquele momento descobri o que é ser lambida por línguas femininas, sentir o esperma do João ser chupado da minha vagina. Pela primeira vez também senti o sabor de uma vagina e de uns mamilos. Posso-vos dizer que considero que o João me faz um sexo oral fantástico, mas é incrível como estas mulheres sabiam como, quando e onde deviam tocar para me provocar máximo prazer, foi o melhor sexo oral que recebi até hoje.
Depois deste episódio, fiquei em pânico e não proferi qualquer palavra até ao dia seguinte. Psicologicamente estava abalada com o que o João estaria a pensar, bem como a lutar contra um preconceito que tinha (e a maioria das mulheres têm). Só terminou quando o João me lembrou que tudo o que se passar no Hedo, não pode ter influência na nossas vidas e me disse que me adorou ver desinibida e que só faltava ver-me a dar prazer a mais do que um homem ao mesmo tempo, mas que desta vez queria filmar.
Nesta visita ao hotel, ao estarmos mais desinibidos, foi inevitável conhecermos outras pessoas e acabamos por nos dar melhor com um casal de italianos, de idade semelhante à nossa. Eram muito divertidos e claro, latinamente malucos. Após algumas conversas soubemos que era a 5.ª vez que vinham ao Hedonism e desde a 1.ª vez, experimentaram de tudo um pouco. Fomo-nos conhecendo um pouco melhor ao longo da semana.
Na noite da lingerie, encontramo-nos na discoteca e decidimos ir juntos para o jacuzzi. Estava deserto, também ainda era o início da noite, mas mergulhamos na água e em pouco tempo, já o João me penetrava. Foi a nossa primeira actuação em público. Quando terminamos os nossos amigos já tinham saído e o jacuzzi já se encontrava cheio de gente. Posso dizer que simplesmente me deixei levar pelas emoções e ignorei tudo o que estava à volta.
A caminho do quarto, deparamo-nos com uma festa privada de swing, com as portadas bem escancaradas para quem quisesse ver. Lá estava uma hóspede entretida com 2 homens e pude pela primeira vez assistir a swing a sério, com troca de casais e alguns contactos entre 2 mulheres e 2 homens. Estavam a assistir pelo menos 10 pessoas. Pude ver uma dupla penetração de novo e embora ficasse excitada, estávamos exaustos e fomos para o quarto.
Ao conversarmos mais com os nossos amigos Nina e o Paolo, descobrimos que praticam dogging, que significa que a Nina veste-se de prostituta, com pouca roupa e vão para parques de estacionamento onde geralmente existem outros homens que ela habitualmente satisfaz oralmente. Outras vezes é mesmo penetrada em plena rua ou apenas, deixam-se ver a ter sexo dentro do carro. Para além disso, Paolo gosta de filmar a Nina a ter sexo com outros homens e de a possuir em conjunto com outros homens e mulheres. Quando lhes perguntei quantos parceiros a Nina já tivera, respondeu-me muitos. “Antes de vir à Jamaica éramos um casal normal, mas depois de virmos cá, ficamos mais eróticos e atrevidos.
Na tarde antes da festa da Toga, o João começou a picar-me sobre se eu gostaria de ser possuída por ele e pelo Paolo ao mesmo tempo e que provavelmente a Nina alinharia em me possuir também. Embora tenha-me mostrado indiferente, a verdade é que a ideia deixava-me excitada. Nessa noite, Nina estava com uma faixa mínima de lençol, apenas lhe tapava a barriga e conseguia-se perfeitamente ver tudo. Se bem que durante todos os outros dias ela andou nua ao nosso lado, nunca me despertou atenção. Durante toda a noite imaginei como seria eu o centro de atenções deles os três.
Na discoteca, dançamos sempre os 4. A dada altura, Paolo perguntou-nos se sabíamos jogar Poker e se queríamos ir para o quarto deles jogar. Dada a minha excitação e algum álcool, fomos com eles.
Depois de algum tempo, o João ficou sem fichas e teve de se sujeitar aos nossos desejos para permanecer em jogo. Logo a seguir fui eu que fiquei sem fichas. Nessa noite, experimentamos as sensações mais extremas. Pela primeira vez fui penetrada no ânus e na vagina em simultâneo, embora seja algo que nunca tenhamos feito fora do hedonism, é extraordinário, sentir-me toda esticada e não conseguir controlar as sensações. É um deixar levar, indefeso, de orgasmo atrás de orgasmo, sem controlarmos o que acontece nem conseguirmos parar. A maior surpresa ainda estava para vir. Após ter tido umas horas de sexo imparável, Nina começou a lamber o rabo do João num breve instante, estava a ser enrabado pelo Paolo, enquanto João chupava a Nina. No início fiquei estupefacta, mas muito excitada por ver o João a subjugar-se e a dar o rabo como uma puta. Foi a primeira vez que vi o João vir-se com o pénis murcho e logo Nina foi lamber todo o seu esperma. O Joao foi enrabado pelo menos durante uma hora. A noite terminou com a Nina a penetrar o Paolo.
Nessas férias, voltamos a visitar o quarto deles mais uma vez.
No regresso a Portugal, prometemos discutir o que se tinha passado na Jamaica e nas consequências do que se tinha passado. Decidimos que o que acontece em Hedo, fica em Hedo. Claro que tudo tem consequências. Fazemos amor quase todos os dias. Algumas vezes visto-me de prostituta e vou para a rua e o meu marido apanha-me e possui-me na rua. Depois destas férias, visto-me de modo mais atrevido e sensual. Habitualmente mandamos SMS durante o dia com provocações. Algumas vezes, almoçamos juntos e nem tocamos na comida.
Voltamos ao Hedonism em Setembro de 2009, tendo combinado antes com o nosso querido casal Italiano, que chegou 3 dias antes e na semana das WWW.
Ao chegarmos lá, ao jantar, os nossos amigos já jantavam numa mesa com dois holandeses (homens negros) e sentamo-nos junto com eles. Na noite em que chegamos, estivemos pouco tempo na discoteca e fomos para o quarto, se bem que fomos bem persuadidos para ficar, mas estava esgotada e sabia que aquela semana seria intensa.
No dia seguinte foi a noite da lingerie, a Nina foi ao nosso quarto com uma peça que pediu para eu usar, era idêntica à dela, um espartilho transparente que deixava de fora os seios e a púbis. Para o João, trouxe uma tanga transparente, idêntica à que usaria Paolo.
Durante o jantar, pusemos a conversa em dia e depois de umas bebidas fomos para a discoteca. Estava de novo o ambiente fantástico da WWW.
Dançamos durante uns momentos e a Nina chamou-me à parte e disse-me que às 00:30, os amigos holandeses estariam à nossa espera, no quarto deles para nos preparamos para a maratona de sexo, que ela já nos tinha inscrito. Voltamos para a discoteca e à meia-noite e meia, arrastamos os nossos maridos para o quarto 628.
Chegados ao quarto, estavam os 2 negros, que nos mandaram entrar e perguntaram se queríamos um “cuba libre”.
Após umas bebidas, o ambiente foi relaxando e eu e a Nina começamos a brincar uma com a outra. A Nina começou a chupar os negros e puxou-os para perto de mim e pôs-me os enormes pénis junto da minha boca, não resisti e comecei a mamar um deles. Um deles deitou-se e eu sentei-me no pénis dele, era enorme mal cabia na minha vagina, demorou a habituar, mas depois foi impressionante como batia no fundo da minha vagina. Enquanto isso, Nina besuntou o meu rabo com KY e senti o segundo negro a pressionar o seu pénis no meu rabo. Parecia que ia estourar, mas depois da dor inicial, comecei a sentir prazer. Vi que a Nina já fazia um broche ao João, enquanto o Paolo filmava tudo. Eu estava louca, gemia intensamente e logo o João se posicionou à minha frente e eu pude chupar o seu pénis. Depois de acabarem comigo, deitaram o João de quatro e um dos negros enrabou-o. Quando acabou, foi enrabado pelo segundo e só terminou, depois de o Paolo se ter vindo no ânus do João. No fim da noite o rabo do João parecia uma auto-estrada de tão largo.
Quando chegamos ao quarto perguntamos uma ao outro se gostamos e ambos adoramos.
No dia seguinte, logo após o pequeno-almoço fomos para o nosso quarto e fizemos todas as trocas possíveis e imaginárias e fodemos como coelhos.
Nessa noite, foi a festa da toga, divertimo-nos imenso e vimos os nossos amigos a irem para o quarto com os holandeses.
No dia seguinte foi a noite “au naturel” e seria a maratona. Dirigimo-nos ao jacuzzi pelas 23:00 e fomos abundantemente lubrificadas. A minha “equipa” começava com 6 hóspedes brancos e 2 negros, um deles com um pénis descomunal e ainda o Paolo. Na equipa da Nina estava o João.
Como vos disse, a dupla penetração é tão intensa e perdemos tanto o controlo, que quase sem dar por nada aguentei 5 horas e 13 parceiros.
Nos dias seguintes mal me podia mexer e todo o sexo foi exclusivamente para a Nina. Pude lamber algum esperma e ter a minha cona lambida.
Foram umas férias extremas e penso que satisfizemos todas as nossas fantasias, claro que foi tudo feito com a maior segurança e higiene, sempre com preservativo.
Hoje em dia somos muito mais espontâneos. O nosso desejo sexual aumentou muito e passei a adorar sexo. Ando muitas vezes sem roupa interior, encarno muitas personagens e estamos sempre em clima de provocação.
Visto-me de modo muito mais sensual, com saias curtas, meias de liga e tangas. Passei a usar roupa mais transparente e insinuadora e comecei a gostar de saber que os homens olham para mim. Tornei-me mais excêntrica e ousada.
Muitas vezes passeamos de carro sem as partes de baixo das roupas, faço mais exibicionismo, inclusive nas praias e até temos sexo em matas. Fazemos piqueniques em locais mais escondidos onde nos despimos e fazemos amor.
Em Portugal o nosso comportamento é normal, não somos swingers nem temos comportamentos de risco, mas somos mais apaixonados e as férias no Hedonism ajudaram-nos imenso.
Sendo a minha formação psicologia, não consigo descrever, muito bem, como é possível esta alteração de comportamento, acredito que o ambiente relaxante e descontraído do resort ajude a quebrar os tabus e a anular preconceitos. Todos os comportamentos mais desviantes que experimentamos, foram todas encadeadas e progressivamente mais extremas. Isto explica-se pelo facto de todas as experiências anteriores terem sido positivas e apoiadas pelos parceiros e sempre encaradas como ocasionais e não como ameaças à relação, pelo contrário, foram experiências que tive a felicidade de me serem proporcionadas e que considero enriquecedoras e que galvanizaram muito a minha relação.
Queremos voltar ao hotel e tornar a experimentar tudo aquilo que nos dá prazer e nos faz sair da rotina e entrar numa nova dimensão.
Apesar dos relatos deste texto focarem apenas as situações mais invulgares, asseguro que por cada minuto de sexo sem o meu marido, tive o dobro do tempo a fazer amor com ele.
Outro assunto que convém referir é que devem discutir muito bem tudo o que se passou e o que não se passou e devem-se definir muito bem as regras antes de embarcar nesta fantástica aventura. Posso assegurar que contrariamente à minha expectativa, o ciúme é totalmente atenuado pela excitação e até os comportamentos, de cariz bissexual, do meu marido foram encarados de modo positivo e não tiveram qualquer consequência no nosso quotidiano.
Considero que todos os casais deviam experimentar esta viagem, pelo menos uma vez, sem receios, pois cada casal pode estar à vontade, independentemente das suas opções e ou preconceitos. Participem nas actividades, rendam-se a inevitabilidade que ficarão nus. Levem todas as roupas que não são capazes de usar onde moram e todos os brinquedos que puderem. Fantasiem-se e procurem conhecer pessoas e deixem-se levar pelas vossas emoções e pelos desejos que forem despertados em cada momento, sempre respeitando o vosso parceiro.
Os casais pudicos deverão evitar a festa da toga e do pijama.
Pessoalmente satisfiz a minha principal fantasia de um menage com mais uma mulher, de lhe proporcionar prazer duplamente e poder olhar para ele enquanto explodia de excitação e de emoções fortes. A principal fantasia do João também foi satisfeita, ver-me possuída por vários homens, abusada e indefesa. Sentir-me plena de excitação e sem qualquer controlo e totalmente dominada. A partir daí as fantasias aumentaram e foram cada vez sendo mais elaboradas.
No caso do nosso casal amigo, a evolução foi um pouco diferente, mas esta evolução será alvo de outra dissertação a publicar em breve.
Espero ter contribuído para perceberem o que realmente se passa no Hedonism III e o que um casal mediano pode evoluir e divertir-se na viagem.
Qualquer dúvida ou esclarecimentos adicionais, mandem e-mail.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
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