Decidimos ir a Itália visitar os nossos amigos.
Mesmo depois de muita insistência deles, optamos por ficar em um hotel, mesmo no centro da cidade. Claro que sabiamos que a viagem seria muita activa e plena de surpresas, não estávamos enganados.
Na primeira noite, como seria de esperar, acabamos os quatro numa sessão desenfreada de sexo, na casa deles.
No dia seguinte fomos visitar os quatro a cidade e como combinado, as mulheres foram de micro saia, com meias de liga, sem cuecas e de sapatos de stripper, pareciamos umas autênticas putas e toda a gente nos olhava na rua.
Logo a seguir ao jantar, pusemos a nossa lingerie (estávamos quase despidas) e levaram-nos a um parque de descanso da autoestrada, paramos num local mais afastado. Estavam parados alguns camiões e muitos carros. Ficamos um pouco dentro do carro a observar o sítio onde estávamos. Aparentemente ninguém na rua. Saímos e fomos para uma mesa de merendas, para nos tirarem algumsa fotos. Dada a nossa roupa e apesar da excitação estava com frio. Passados uns minutos, aproximaram-se alguns homens, que começaram logo a chamar pela Nina, vi logo que ela era habitué daquele local.
Nina pôs-se logo de joaelhos e começou a mamar todos so pénis que já estavam nus, chupando-os um a um, ou dois a dois. Passado pouco tempo, já estava em cima de uma mesa a ser penetrada em todos os buraquinhos. Fui-me aproximando e comecei a sentir algumas mãos a me apalparem. Fui deitada e completamente lambida e num segundo já estava a ser comida por vários homens, no cu e na vagina, as emoções eram tão intensas que nem sei quanto tempo se passou.
No dia seguinte sai para as compras com o João, tinha um vestido curto e umas botas de cano muito alto. Tinha combinado com a Nina comprar um cinto de ligas e um soutiã aberto e um casaco comprido.
Nessa noite fomos a um clube de swing e após umas bebidas, Nina encaminhou-nos para uma sala que estava fechada. Mandou-me tirar o casaco e fiquei com as mamas e a rata à mostra. Deitei-me num baloiço, prendeu-me as mãos e as pernas no baloiço e vendou-me os olhos. Fiquei deitada, toda aberta e sem ver nada. Segredou-me ao ouvido, hoje vais ser a maior puta de Torino, qualquer pessoa que te queira foder basta que diga ao segurança e entra na sala, depois de me pagar. No final da noite vamos ver quanto dinheiro podes render. Tudo o que se passa nesta sala estará a ser difunfido nos monitores do clube. Quando quiseres parar basta que me digas, vamos estar aqui na sala contigo.
Fui sentindo a porta a abrir-se, algum italiano a ser falado e de quando em quando tinha alguns pénis para chupar e era penetrada até o homem se vir. Numa das vezes, senti na boca um pénis enorme, receei quando da penetração, não estava enganada, sinte-me ser invadida por aquele membro, mas após alguns minutos, habituei-me e gozei como uma louca. Bem que ele tentou o rabo, mas simplesmente não consegui.
Esta loucura acabou de manhã, fui duplamente penetrada por 3 vezes e aviei 19 homens, enquanto a Nina era comida pelo Paolo e pelo João. No final da noite rendi 2.300€, estava com a cona e com o cu bem doridos e pedir descanso.
No dia seguinte foi a vez do João ser deitado no baloiço. Apenas rendeu 600€ e pelo meio foi enrabado por 2 pretos com pilas bem grandes, gritou que se fartou mas aguentou.
No final desse dia voltamos a Portugal, os dois precisávamos de descanso nos nossos buracos, o rabo do João parecia um túnem rodoviário de tão largo. Em contrapartida temos 2 belos filmes para vermos em casa a nossa performance em Itália.
Não sei como retribuir estas experiências, aos nossos amigos, quando visitarem Portugal, vou ter de começar a pesquisar sobre isto no nosso país.
Qualquer dúvida contactem-nos para joao.marisa@hotmail.com
Beijos!
domingo, 18 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Hedo Uma visão Feminina
Espero que estas linhas sirvam de ajuda aos homens que vão ao Hedonism 3.
O meu dom da escrita não se aproxima ao da Marisa, de qualquer maneira, penso que estas
palavras serão úteis para os elementos masculinos dos casais que possa ir ao Hedo.
Devem ler os resumos feitos pela Marina, incluindo os maiores sobre as análises psicológicas
que ela faz sobre este hotel.
Nunca imaginei que a Marisa se transformasse tanto desde a primeira viagem. Sempre tive
muitas fantasias, algumas delas nunca partilhei com a minha mulher por serem muito
estranhas. O Nudismo sempre me seduziu e um dia disse à Marisa que gostaria de estar de
férias num sítio onde conseguíssemos estar nus todo o dia.
Ela fez-me uma surpresa e acabamos no Hedonism 3.
O Hotel não é nada de especial, aceitável, mas um pouco aquém das 4 estrelas, de qualquer
maneira vale cada euro.
O ambiente é erótico, sem ser vulgar e sentimo-nos logo bem desde que chegamos.
O nudismo é inevitável e tivemos a felicidade de desfrutar desse ambiente e de conhecermos
pessoas muito interessantes que influenciaram a nossa maneira de pensar e de agir.
A primeira viagem começou com muita timidez, mas fomos felizes por ter ido numa altura em
que havia um grupo com muitas actividades e ficamos mais libertos da nossa pequenez inicial.
Na primeira viagem fui logo surpreendido pela Marisa querer brincar com o meu rabo. Talvez
pela influência do local e da bebida, disse que sim. De início foi estranho, mas posso dizer que
ela tocou em um local que me fez ter o melhor orgasmo de sempre. Quando se toca e setimula
a próstata acabamos por nos vir, mesmo que não queiramos. Aconselho que se libertem no
hotel e peçam à vossa companheira que vos enrabe.
Até esta viagem a Marisa não gostava de sexo anal, aprendemos a fazê-lo e hoje em dia adora
e pede-me frequentemente para lhe foder o rabo e vir-me lá. Até me acorda a meio da noite a
me fazer um broche, com o rabo já lubrificado para eu lá ir e eu adoro.
Na segunda viagem os nossos horizontes eram mais largos e desfrutamos mais da viagem,
conhecemos a Nina e o Paolo e tivemos experiências únicas. A Marisa fez com que fosse
possível estar com várias mulheres e até ela se entreteve a lamber ratinhas e a ser lambida. Foi
um espectáculo vê-la a foder com outras mulheres.
Pela primeira vez fizemos swing, depois de um jogo de strip poker, Eu fui o primeiro a ficar
despido. Comi a Nina enquanto vi a Marisa s ser fodida pelo Paolo. Foi muito bom. Nessa noite
consegui concretizar a fantasia de participar numa dupla penetração na minha mulher. Possovos
dizer que é incrível como ela ficava entregue à situação. Podia sentir perfeitamente o
caralho do Paolo a roçar no meu, pois a parede que separa a rata do rabo é muito fina e
sentíamos o movimento ritmado de ambos e os gemidos e orgasmos dela. A maior surpresa
veio no final, o Paolo começou a massajar-me o rabo e eu gostei. Quando dei por mim, ele já
estava a enrabar-me e posso dizer que foi a melhor sensação de sempre. Ter a Marisa a foderme
com vibradores é bom, mas um pénis a sério foi incrível. O pénis desliza muito melhor e
sentir os tomates a bater no rabo é uma sensação incrível. Para além disso sentimos o latejar e
isso tem um efeito incrível na próstata. Sem em conseguir controlar, vim-me mesmo com a
picha murcha, é incontrolável. O melhor de sermos enrabados (por um vibrador ou por um
caralho a sério) é que sentimos os efeitos da foda durante 2 ou 3 dias e ficamos excutados
permanentemente durante esse tempo.
Devem tentar ser enrabado por um homem a sério. Não me considero gay, nem me sinto
minimamente atraído por homens, mas a verdade é que ser enrabado por um é uma sensação
incrível.
Da última vez que fomos, a Marisa participou num concurso de maratona de sexo, para ver
que hóspede aguentava mais tempo a ser fodida. Ela aguentou umas horas a ser fodida por
mais de 10 gajos. Foi excelente vê-la a portar-se como uma ordinária, a dar a cona o cu e a
boca a todos aqueles estranhos. Parecia uma cadela com o cio a pedir que a fodessem. Acabou
ao fim de umas horas e no outro dia estava toda partida.
Ela também experimentou ser penetrada por 2 negros holandeses. Não gozou muito, mas a
verdade é que o rabo dela ficou todo escancarado durante alguns dias, parecia o túnel do grilo
e todos os hóspedes que reparavam sabiam que ela tinha sido enrabada por um preto. Nesses
dias não precisei de lubrificantlubrificante para a enrabar, o meu cabia lá sem esforço.
Eu também fui enrabado por eles. Dói um pouco, mas pela grossura, fica sempre a roçar a
próstata e vim-me se querer de novo.
Foi muito bom e quero voltar!
O meu dom da escrita não se aproxima ao da Marisa, de qualquer maneira, penso que estas
palavras serão úteis para os elementos masculinos dos casais que possa ir ao Hedo.
Devem ler os resumos feitos pela Marina, incluindo os maiores sobre as análises psicológicas
que ela faz sobre este hotel.
Nunca imaginei que a Marisa se transformasse tanto desde a primeira viagem. Sempre tive
muitas fantasias, algumas delas nunca partilhei com a minha mulher por serem muito
estranhas. O Nudismo sempre me seduziu e um dia disse à Marisa que gostaria de estar de
férias num sítio onde conseguíssemos estar nus todo o dia.
Ela fez-me uma surpresa e acabamos no Hedonism 3.
O Hotel não é nada de especial, aceitável, mas um pouco aquém das 4 estrelas, de qualquer
maneira vale cada euro.
O ambiente é erótico, sem ser vulgar e sentimo-nos logo bem desde que chegamos.
O nudismo é inevitável e tivemos a felicidade de desfrutar desse ambiente e de conhecermos
pessoas muito interessantes que influenciaram a nossa maneira de pensar e de agir.
A primeira viagem começou com muita timidez, mas fomos felizes por ter ido numa altura em
que havia um grupo com muitas actividades e ficamos mais libertos da nossa pequenez inicial.
Na primeira viagem fui logo surpreendido pela Marisa querer brincar com o meu rabo. Talvez
pela influência do local e da bebida, disse que sim. De início foi estranho, mas posso dizer que
ela tocou em um local que me fez ter o melhor orgasmo de sempre. Quando se toca e setimula
a próstata acabamos por nos vir, mesmo que não queiramos. Aconselho que se libertem no
hotel e peçam à vossa companheira que vos enrabe.
Até esta viagem a Marisa não gostava de sexo anal, aprendemos a fazê-lo e hoje em dia adora
e pede-me frequentemente para lhe foder o rabo e vir-me lá. Até me acorda a meio da noite a
me fazer um broche, com o rabo já lubrificado para eu lá ir e eu adoro.
Na segunda viagem os nossos horizontes eram mais largos e desfrutamos mais da viagem,
conhecemos a Nina e o Paolo e tivemos experiências únicas. A Marisa fez com que fosse
possível estar com várias mulheres e até ela se entreteve a lamber ratinhas e a ser lambida. Foi
um espectáculo vê-la a foder com outras mulheres.
Pela primeira vez fizemos swing, depois de um jogo de strip poker, Eu fui o primeiro a ficar
despido. Comi a Nina enquanto vi a Marisa s ser fodida pelo Paolo. Foi muito bom. Nessa noite
consegui concretizar a fantasia de participar numa dupla penetração na minha mulher. Possovos
dizer que é incrível como ela ficava entregue à situação. Podia sentir perfeitamente o
caralho do Paolo a roçar no meu, pois a parede que separa a rata do rabo é muito fina e
sentíamos o movimento ritmado de ambos e os gemidos e orgasmos dela. A maior surpresa
veio no final, o Paolo começou a massajar-me o rabo e eu gostei. Quando dei por mim, ele já
estava a enrabar-me e posso dizer que foi a melhor sensação de sempre. Ter a Marisa a foderme
com vibradores é bom, mas um pénis a sério foi incrível. O pénis desliza muito melhor e
sentir os tomates a bater no rabo é uma sensação incrível. Para além disso sentimos o latejar e
isso tem um efeito incrível na próstata. Sem em conseguir controlar, vim-me mesmo com a
picha murcha, é incontrolável. O melhor de sermos enrabados (por um vibrador ou por um
caralho a sério) é que sentimos os efeitos da foda durante 2 ou 3 dias e ficamos excutados
permanentemente durante esse tempo.
Devem tentar ser enrabado por um homem a sério. Não me considero gay, nem me sinto
minimamente atraído por homens, mas a verdade é que ser enrabado por um é uma sensação
incrível.
Da última vez que fomos, a Marisa participou num concurso de maratona de sexo, para ver
que hóspede aguentava mais tempo a ser fodida. Ela aguentou umas horas a ser fodida por
mais de 10 gajos. Foi excelente vê-la a portar-se como uma ordinária, a dar a cona o cu e a
boca a todos aqueles estranhos. Parecia uma cadela com o cio a pedir que a fodessem. Acabou
ao fim de umas horas e no outro dia estava toda partida.
Ela também experimentou ser penetrada por 2 negros holandeses. Não gozou muito, mas a
verdade é que o rabo dela ficou todo escancarado durante alguns dias, parecia o túnel do grilo
e todos os hóspedes que reparavam sabiam que ela tinha sido enrabada por um preto. Nesses
dias não precisei de lubrificantlubrificante para a enrabar, o meu cabia lá sem esforço.
Eu também fui enrabado por eles. Dói um pouco, mas pela grossura, fica sempre a roçar a
próstata e vim-me se querer de novo.
Foi muito bom e quero voltar!
Algumas Curiosidades
Tal como referi em outros textos, nós
somos um casal perfeitamente comum,
sem qualquer devaneio sexual, com
comportamentos regulares e uma
frequência sexual normal de 3 a 4 vezes
por semana.
Depois de lerem o meu relato da nossa
visita ao Hedo III, ser-vos-á difícil acreditar
no parágrafo anterior, mas a verdade é que
em Portugal, temos comportamentos
perfeitamente aceitáveis e normalizados.
Então o que se passou na Jamaica e
porquê?
O resort tem um ambiente tão
descontraído e amistoso que é total a
integração de todos os novos hóspedes. A
palavra censura e tabu simplesmente não
existe e nem sequer nos lembramos
daquilo que é, ou não, socialmente aceite,
pois seja lá o que estivermos a fazer,
alguém está a fazer pior.
Com essa despreocupação e ausência da
pressão dos valores sociais, acompanhada
da excitação, quase sempre presente
devido à constante actividade e conotação
erótica deste resort, é fácil que nos
deixemos embalar pelas fantasias,
emoções imediatas e embarcar em
situações impossíveis fora daquele local.
Por exemplo, quando 3 mulheres,
disfarçadas de enfermeiras me
perguntaram se podiam possuir o meu
marido, em vez da reacção que eu
provavelmente teria, em qualquer outro
lugar do mundo (de ciúme e me sentir
ameaçada), pensei logo na fantasia do
João, talvez por andar sempre excitada e
com as hormonas a ferver no Hedo, e
acabei por até incentivar e desde o
primeiro momento a imaginar o desenrolar
da situação. Ver o meu marido sendo o
alvo das atenções e poder observa-lo a ter
prazer, captando as expressões que
quando faço amor com ele não detecto.
Mais surpreendente ainda foi o facto de eu
ter querido participar, talvez para não
perder a hipótese de também lhe dar
prazer e de participar em mais um
momento de intimidade, neste caso
bastante especial.
Fui surpreendida pelo contacto feminino e
logo de 3 mulheres e a verdade é que no
momento deixei-me levar por algo que
nunca imaginara e mais uma vez apenas
me foquei no prazer e nas emoções e foi
um momento memorável.
Logo após este delírio, por algum tempo
entrei em choque sobre tudo o que o meu
marido estaria a pensar. Nesse momento
entra em cena a complexidade do
Superego, representando a sociedade e os
julgamentos sociais do que é ou não
aceitável. Felizmente o João percebeu e
animou-me e fez-me sentir bem e de volta
ao espaço onde a sociedade condenatória
não entra.
Tive de esclarecer muito bem as minhas
ideias. Enterrar este assunto. Com o apoio
do João concluo que não sou bissexual,
pois as mulheres não me atraem, nem tão
pouco fantasio com elas.
Tivemos também de discutir os episódios
do João, se bem que o elemento
catalisador do sexo anal no João, fui eu. Na
praia lambi-lhe o ânus, região
anteriormente sagrada e proibida e depois
na massagem incentivei-o a deixar-se
penetrar por mim. Como foi tudo com as
minhas sugestões penso que foi mais fácil.
Voltei a ser surpreendida com o João a ser
sodomizado pelo Paolo. Se a minha
primeira reacção foi ficar chocada, depois
fiquei muito excitada. Confesso que ainda
hoje fico excitada só de imaginar a cena do
João a ser enrabado pelo Paolo e a vir-se
com o pénis murcho, nunca imaginei ser
possível. Mesmo após eu comer-lhe o rabo
em casa.
Posso-vos dizer que é soberbo ver o nosso
homem de quatro a ser possuído e estar a
delirar de prazer, sem usar a pila. Talvez o
sentimento de subjugação seja o factor de
estímulo e de excitação. A verdade é que é
muito excitante.
Claro que a maior barreira a ser quebrada
foi eu ter participado na maratona.
Considero-me uma pessoa moderada e
nunca de apostar em coisas extremas nem
em excessos. A maratona é claramente
isso. Tudo começa comigo a ser
duplamente penetrada pelo João e pelo
Paolo. O João sempre fantasiou em me
penetrar em conjunto com outro homem,
mas era mais uma das fantasias do fundo
do baú. É uma sensação assustadora
mesmo no início, pois não estava
habituada e senti-me muito esticada e
quase arrombada. A verdade é que em
pouco tempo, o sincronismo dos dois pénis
a penetrarem torna-se tão doce e o prazer
é tanto e tão descontrolado que é
deliciosamente indescritível. Ficamos
submissas aqueles dois corpos e os
orgasmos multiplicam-se. Por incrível que
pareça é mais fácil quando somos
duplamente penetradas e temos mais uma
pila para chupar, a nossa sensação de
controlo aumenta.
De qualquer maneira, a maratona
ultrapassou, em larga escala, aquilo que eu
considerava razoável. Claro que foram
asseguradas todas as regras de segurança e
higiene. Naquele momento senti-me um
objecto desejado por muita gente,
desejosa de me possuir e de me dar prazer.
Naquele momento é apenas sexo, muito
sexo e muito intenso. Consegui atingir
orgasmos com todos os parceiros. Mesmo
com os últimos, apesar de sentir já a vagina
dormente. Neste caso o ânus é muito mais
resistente. Foi uma experiência única que,
no contexto certo, repetiria.
Considero ser uma privilegiada por ter tido
a oportunidade de sentir estas emoções e
de ter conhecido o Hedo III.
Claro que para não ter repercussões
negativas, todos os assuntos, como receios
e limites deverão estar claramente
definidos (se bem que nós ultrapassamos,
em muito, os que tínhamos estabelecido) e
tudo o que deixar alguém desconfortável
não deve continuar.
Penso que ir a Hedo desperta uma espiral
de emoções. Cada vez que uma fantasia é
executada, aguça-nos a imaginação e levanos
a imaginar outras mais destemidas e
arrojadas. Na próxima visita quero
participar numa orgia, sempre com o meu
marido como parceiro, mas excita-me estar
a fazer amor ao lado de muita gente a fazer
o mesmo.
O melhor: Coloco empatado a minha
primeira dupla penetração e ver o João ser
enrabado.
O pior:
Todos os casais deverão visitar o Hedo pelo
menos uma vez, se bem que uma vez não
dá. Se forem como nós ficam fãs. Aquele
ambiente é propício para os casais se
conhecerem melhor, explorarem zonas da
relação que desconhecem e
aprofundarem-na tanto a nível afectivo
como a nível físico. A ausência de tabus e
opressões sociais permite esse
aprofundamento.
Tenho de aconselhar que deixem em casa
os vossos preconceitos e não julguem, no
primeiro contacto, o que se passa com os
outros hóspedes. Provavelmente acabarão
a fazer as mesmas figuras alegres e
despreocupadas ao fim de pouco tempo.
Não venham do resort com assuntos por
arrumar. Se algo aconteceu que pode vir a
ser um problema, esclareçam-no antes do
regresso, caso contrário poderá ter
consequências de longo prazo.
Em Roma sê romano. Deixem-se levar pelo
ambiente, sejam educados e divirtam-se
sem preocupações. O ambiente é
descontraído mas muito respeitador,
ninguém obriga a nada.
Não temam pelo vosso físico. Os outros
hóspedes são pessoas normais.
Experimentem algo novo, que nunca
fizessem em casa. Uma fantasia vossa ou
do vosso parceiro. Se não souberem qual
será a reacção dele(a)? Perguntem. E claro,
não censurem a sugestão, digam apenas
que não estão confortáveis com a ideia.
Podem sempre decidir um momento para
cada um revelar uma fantasia que gostasse
de ver realizada.
Coisas a não perder:
• Festa do pijama
• Festa da Toga
• Sexo na praia
• Sexo no jacuzzi
• Ver algum sexo ao vivo
Coisas a não esquecer:
• Protector solar
• Lubrificante
• Creme hidratante
• Pouca roupa
• Nenhuma roupa interior
• Muita lingerie e calçado
• Toalhetes
• Brinquedos
• Preservativos (mesmo que pensem que
não precisam levem pelo menos 2 por
dia)
• Kamasutra
• IPod
• Boné ou chapéu
• Muita desinibição e atrevimento
Outros conselhos
• A maioria dos hóspedes (homens e
mulheres) são depilados nos genitais.
Levem a gillette
• O álcool ajuda a desinibir
• Festa do pijama – Arrasem com a vossa
escolha de roupa
• Participem nas actividades
• Experimentem algo novo
• Abram os horizontes
Qualquer dúvida ou esclarecimentos
adicionais, mandem e-mail para
joao.marisa@hotmail.com
Boas férias e muito sexo e surpreendam o
vosso parceiro!
Marisa.
somos um casal perfeitamente comum,
sem qualquer devaneio sexual, com
comportamentos regulares e uma
frequência sexual normal de 3 a 4 vezes
por semana.
Depois de lerem o meu relato da nossa
visita ao Hedo III, ser-vos-á difícil acreditar
no parágrafo anterior, mas a verdade é que
em Portugal, temos comportamentos
perfeitamente aceitáveis e normalizados.
Então o que se passou na Jamaica e
porquê?
O resort tem um ambiente tão
descontraído e amistoso que é total a
integração de todos os novos hóspedes. A
palavra censura e tabu simplesmente não
existe e nem sequer nos lembramos
daquilo que é, ou não, socialmente aceite,
pois seja lá o que estivermos a fazer,
alguém está a fazer pior.
Com essa despreocupação e ausência da
pressão dos valores sociais, acompanhada
da excitação, quase sempre presente
devido à constante actividade e conotação
erótica deste resort, é fácil que nos
deixemos embalar pelas fantasias,
emoções imediatas e embarcar em
situações impossíveis fora daquele local.
Por exemplo, quando 3 mulheres,
disfarçadas de enfermeiras me
perguntaram se podiam possuir o meu
marido, em vez da reacção que eu
provavelmente teria, em qualquer outro
lugar do mundo (de ciúme e me sentir
ameaçada), pensei logo na fantasia do
João, talvez por andar sempre excitada e
com as hormonas a ferver no Hedo, e
acabei por até incentivar e desde o
primeiro momento a imaginar o desenrolar
da situação. Ver o meu marido sendo o
alvo das atenções e poder observa-lo a ter
prazer, captando as expressões que
quando faço amor com ele não detecto.
Mais surpreendente ainda foi o facto de eu
ter querido participar, talvez para não
perder a hipótese de também lhe dar
prazer e de participar em mais um
momento de intimidade, neste caso
bastante especial.
Fui surpreendida pelo contacto feminino e
logo de 3 mulheres e a verdade é que no
momento deixei-me levar por algo que
nunca imaginara e mais uma vez apenas
me foquei no prazer e nas emoções e foi
um momento memorável.
Logo após este delírio, por algum tempo
entrei em choque sobre tudo o que o meu
marido estaria a pensar. Nesse momento
entra em cena a complexidade do
Superego, representando a sociedade e os
julgamentos sociais do que é ou não
aceitável. Felizmente o João percebeu e
animou-me e fez-me sentir bem e de volta
ao espaço onde a sociedade condenatória
não entra.
Tive de esclarecer muito bem as minhas
ideias. Enterrar este assunto. Com o apoio
do João concluo que não sou bissexual,
pois as mulheres não me atraem, nem tão
pouco fantasio com elas.
Tivemos também de discutir os episódios
do João, se bem que o elemento
catalisador do sexo anal no João, fui eu. Na
praia lambi-lhe o ânus, região
anteriormente sagrada e proibida e depois
na massagem incentivei-o a deixar-se
penetrar por mim. Como foi tudo com as
minhas sugestões penso que foi mais fácil.
Voltei a ser surpreendida com o João a ser
sodomizado pelo Paolo. Se a minha
primeira reacção foi ficar chocada, depois
fiquei muito excitada. Confesso que ainda
hoje fico excitada só de imaginar a cena do
João a ser enrabado pelo Paolo e a vir-se
com o pénis murcho, nunca imaginei ser
possível. Mesmo após eu comer-lhe o rabo
em casa.
Posso-vos dizer que é soberbo ver o nosso
homem de quatro a ser possuído e estar a
delirar de prazer, sem usar a pila. Talvez o
sentimento de subjugação seja o factor de
estímulo e de excitação. A verdade é que é
muito excitante.
Claro que a maior barreira a ser quebrada
foi eu ter participado na maratona.
Considero-me uma pessoa moderada e
nunca de apostar em coisas extremas nem
em excessos. A maratona é claramente
isso. Tudo começa comigo a ser
duplamente penetrada pelo João e pelo
Paolo. O João sempre fantasiou em me
penetrar em conjunto com outro homem,
mas era mais uma das fantasias do fundo
do baú. É uma sensação assustadora
mesmo no início, pois não estava
habituada e senti-me muito esticada e
quase arrombada. A verdade é que em
pouco tempo, o sincronismo dos dois pénis
a penetrarem torna-se tão doce e o prazer
é tanto e tão descontrolado que é
deliciosamente indescritível. Ficamos
submissas aqueles dois corpos e os
orgasmos multiplicam-se. Por incrível que
pareça é mais fácil quando somos
duplamente penetradas e temos mais uma
pila para chupar, a nossa sensação de
controlo aumenta.
De qualquer maneira, a maratona
ultrapassou, em larga escala, aquilo que eu
considerava razoável. Claro que foram
asseguradas todas as regras de segurança e
higiene. Naquele momento senti-me um
objecto desejado por muita gente,
desejosa de me possuir e de me dar prazer.
Naquele momento é apenas sexo, muito
sexo e muito intenso. Consegui atingir
orgasmos com todos os parceiros. Mesmo
com os últimos, apesar de sentir já a vagina
dormente. Neste caso o ânus é muito mais
resistente. Foi uma experiência única que,
no contexto certo, repetiria.
Considero ser uma privilegiada por ter tido
a oportunidade de sentir estas emoções e
de ter conhecido o Hedo III.
Claro que para não ter repercussões
negativas, todos os assuntos, como receios
e limites deverão estar claramente
definidos (se bem que nós ultrapassamos,
em muito, os que tínhamos estabelecido) e
tudo o que deixar alguém desconfortável
não deve continuar.
Penso que ir a Hedo desperta uma espiral
de emoções. Cada vez que uma fantasia é
executada, aguça-nos a imaginação e levanos
a imaginar outras mais destemidas e
arrojadas. Na próxima visita quero
participar numa orgia, sempre com o meu
marido como parceiro, mas excita-me estar
a fazer amor ao lado de muita gente a fazer
o mesmo.
O melhor: Coloco empatado a minha
primeira dupla penetração e ver o João ser
enrabado.
O pior:
Todos os casais deverão visitar o Hedo pelo
menos uma vez, se bem que uma vez não
dá. Se forem como nós ficam fãs. Aquele
ambiente é propício para os casais se
conhecerem melhor, explorarem zonas da
relação que desconhecem e
aprofundarem-na tanto a nível afectivo
como a nível físico. A ausência de tabus e
opressões sociais permite esse
aprofundamento.
Tenho de aconselhar que deixem em casa
os vossos preconceitos e não julguem, no
primeiro contacto, o que se passa com os
outros hóspedes. Provavelmente acabarão
a fazer as mesmas figuras alegres e
despreocupadas ao fim de pouco tempo.
Não venham do resort com assuntos por
arrumar. Se algo aconteceu que pode vir a
ser um problema, esclareçam-no antes do
regresso, caso contrário poderá ter
consequências de longo prazo.
Em Roma sê romano. Deixem-se levar pelo
ambiente, sejam educados e divirtam-se
sem preocupações. O ambiente é
descontraído mas muito respeitador,
ninguém obriga a nada.
Não temam pelo vosso físico. Os outros
hóspedes são pessoas normais.
Experimentem algo novo, que nunca
fizessem em casa. Uma fantasia vossa ou
do vosso parceiro. Se não souberem qual
será a reacção dele(a)? Perguntem. E claro,
não censurem a sugestão, digam apenas
que não estão confortáveis com a ideia.
Podem sempre decidir um momento para
cada um revelar uma fantasia que gostasse
de ver realizada.
Coisas a não perder:
• Festa do pijama
• Festa da Toga
• Sexo na praia
• Sexo no jacuzzi
• Ver algum sexo ao vivo
Coisas a não esquecer:
• Protector solar
• Lubrificante
• Creme hidratante
• Pouca roupa
• Nenhuma roupa interior
• Muita lingerie e calçado
• Toalhetes
• Brinquedos
• Preservativos (mesmo que pensem que
não precisam levem pelo menos 2 por
dia)
• Kamasutra
• IPod
• Boné ou chapéu
• Muita desinibição e atrevimento
Outros conselhos
• A maioria dos hóspedes (homens e
mulheres) são depilados nos genitais.
Levem a gillette
• O álcool ajuda a desinibir
• Festa do pijama – Arrasem com a vossa
escolha de roupa
• Participem nas actividades
• Experimentem algo novo
• Abram os horizontes
Qualquer dúvida ou esclarecimentos
adicionais, mandem e-mail para
joao.marisa@hotmail.com
Boas férias e muito sexo e surpreendam o
vosso parceiro!
Marisa.
Subscrever:
Comentários (Atom)